Lula crítica a China! Presidente ressaltou que o governo chinês usa métodos ultrapassados e escraviza seu povo.
Não é segredo pra ninguém os métodos e a forma que a China trabalha. Na intenção de ter uma economia que bata de frente com os Estados Unidos da América, eles não medem esforços, e deixam seu povo em condições precárias.
Esse é um bom exemplo para quem fala que ele apoia ditaduras como essa. Lula alegou que a China usou trabalho escravo e se aproveitou dos Estados Unidos. O presidente defendeu a industrialização do Brasil, dizendo que a nação asiática havia se tornado uma ameaça para os Estados Unidos; retórica em linha com o que Donald Trump havia pregado durante seu governo.
O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu o retorno do Brasil à industrialização, citando o crescimento econômico da China como exemplo. Na reunião de reinício do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial, ele afirmou que os principais parceiros comerciais do país usaram trabalho escravo e exploraram as necessidades da economia dos EUA.
Que coisas novas a China fez? Um país socialista aproveitou a ganância de um país capitalista e decidiu plantar todos os seus negócios na China, utilizando mão de obra escrava. A China aproveitou e se industrializou. Mas agora os Estados Unidos estão preocupados com a China e sempre ameaçam que uma nova guerra fria possa estourar.
As declarações de Petista vão ao encontro das declarações do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em meio à pandemia de Covid-19, o político afirmou que, além de "roubar nossa propriedade intelectual e violar seus compromissos com a OMC", a China também conseguiu retirar fábricas e empregos dos Estados Unidos.
As declarações de Petista vão ao encontro das declarações do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em meio à pandemia de Covid-19, o político afirmou que, além de "roubar nossa propriedade intelectual e violar seus compromissos com a OMC", a China também conseguiu retirar fábricas e empregos dos Estados Unidos.
Durante as eleições gerais de 2020, ele chegou a dizer que consideraria a separação das economias dos EUA e da China com base nas atitudes dos países asiáticos. O deputado então disparou contra o rival: "Se ele (Biden) for eleito, a China será a dona do nosso país", comentou o republicano. "Quando coloquei tarifas na China, muitas empresas voltaram para cá", disse ele.
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