As coisas se complicam para Anderson Torres! Ele se nega a dar senhas para PF e tem se hábeas corpus negado.
Para usar a mesma linha de pensamento que os bolsonaristas usam, se Anderson Torres não tem o que esconder, então não há motivos para ele negar suas senhas a polícia federal. Isso está cheirando mal e o cerco está se fechando. O ministro do STF Luís Roberto Barroso rejeitou nesta sexta-feira (28) o pedido de liberdade do ex-ministro da Segurança do Distrito Federal Anderson Torres.
No despacho, o magistrado argumentou que o pedido de habeas corpus proposto pela defesa não poderia ser reconhecido porque o tribunal tinha um entendimento unificado sobre a inadequação do Supremo Tribunal Federal para questionar a conduta do ministro.
Nessas condições, por inadequação da via escolhida, não resta outra saída senão dar por encerrado o processo sem apreciar o mérito. Sem prejuízo disso, decido encaminhar cópia desta decisão ao órgão designado como órgão mandatário.
O magistrado foi selecionado como relator do habeas corpus impetrado pela defesa, que citou laudo psiquiátrico afirmando que o ex-secretário corria risco de suicídio e os seguintes sintomas: ataques de ansiedade, expressão de palavras irrelevantes e frustração com a manutenção. sua vida, há risco de suicídio.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, concedeu ao ex-ministro da Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, 48 horas para explicar por que senhas inválidas foram entregues à Polícia Federal para a Delegacia de Investigação (PF). informações pessoais mal transferidas "impossibilitaram a extração" dos dados armazenados no dispositivo pessoal do ex-procurador-geral.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, concedeu ao ex-ministro da Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, 48 horas para explicar por que senhas inválidas foram entregues à Polícia Federal para a Delegacia de Investigação (PF). informações pessoais mal transferidas "impossibilitaram a extração" dos dados armazenados no dispositivo pessoal do ex-procurador-geral.
“Diante das informações prestadas pela Polícia Federal, constatou-se, em certo sentido, que Anderson Gustavo Torres “não forneceu nenhuma das senhas corretas, o que impossibilitou a extração dos dados armazenados no serviço de nuvem”, ligando regularmente para o advogado indicado , a fim de esclarecer as informações prestadas pela polícia em até 48 (quarenta e oito) horas", diz trecho do documento.
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