Bolsonaro é responsável por mais crimes do que podemos imaginar.
Realmente a presidência da República fez um mal absurdo a família Bolsonaro. Não que ele fosse um homem inocente que se corrompeu na posição de homem mais forte do país. O cargo revelou como ele é por dentro. Ter deixado os índios largados, não ter se importado com as pessoas morrendo pelo covid era algo que fazia parte dele.
O erro foi colocar esse homem incapaz no poder. Bolsonaro ampliou as invasões de terras indígenas e a venda de ouro ilícito. Dados de duas pesquisas divulgadas nesta semana apontam dois resultados desastrosos da exploração mineral indiscriminada, amplamente incentivada pelo recém-extinto governo Jair Bolsonaro (PL).
Por um lado, a maior parte do ouro negociado no Brasil ao longo de 2021 apresenta graves indícios de origem ilícita. Por outro lado, somente no ano passado, o garimpo ilegal nas terras indígenas Yanomami, nos estados de Roraima e Amazonas, aumentou 54% em relação ao ano anterior.
O Instituto Escolhas, que sistematiza dados mineiros e de uso do solo, revelou que foram vendidas no país um total de 52,8 toneladas de ouro com indícios de atividade ilícita, o equivalente a mais de metade (54%) da produção nacional nesse ano. Quase dois terços desse ouro, ou 61%, foram extraídos da floresta amazônica.
Segundo análise do ano passado, o estudo mostrou que Mato Grosso era a principal fonte de ouro extraído por criminosos, com 16 toneladas. Segue-se o Pará com 13,6 toneladas, seguido de Rondônia, Tocantis, Amapá e Amazonas. Em comparação, entre 2015 e 2020, há evidências de que um total de 229 toneladas de ouro foi negociado no Brasil.
Segundo análise do ano passado, o estudo mostrou que Mato Grosso era a principal fonte de ouro extraído por criminosos, com 16 toneladas. Segue-se o Pará com 13,6 toneladas, seguido de Rondônia, Tocantis, Amapá e Amazonas. Em comparação, entre 2015 e 2020, há evidências de que um total de 229 toneladas de ouro foi negociado no Brasil.
À medida que as vendas ilegais de ouro aumentaram, também aumentou a mineração ilegal nos últimos quatro anos, especialmente nas terras indígenas Yanomami. Entre dezembro de 2021 e dezembro de 2022, pelo menos 1.782 hectares de novas terras foram danificados pela extração desenfreada de metais do solo.
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