Genocídio indígena não ficará impune. STF começa investigação para levar justiça aos culpados.
O principal suspeito sem dúvidas é Bolsonaro. Mesmo que ele se declare inocente, no mínimo ele é o culpa por ter sido o líder do país e deixar isso acontecer. O STF ordenou a investigação dos crimes contra a comunidade indígena e decidiu pela expulsão dos garimpeiros.
O ministro Luís Roberto Barroso decidiu formar uma força-tarefa para investigar as ações ou omissões do governo de Jair Bolsonaro. Além disso, o Ministro decidiu, no âmbito da ADPF 709, expulsar imediatamente todo garimpo ilegal nas terras indígenas Yanomami, Karipuna, Uru-Eu-Wau-Wau, Kayapó, Arariboia, Mundurucu e Trincheira Bacajá.
Segundo Barroso, “a ação diz respeito à proteção dos povos indígenas durante a pandemia de covid-19, na sequência de um pedido de medidas da Associação Brasileira dos Povos Indígenas (APIB)”.
A APIB tem denunciado com muita seriedade a crise humanitária do povo indígena Yanomami, com desnutrição, altos índices de transmissão e mortalidade da malária, além da grave poluição ambiental dos rios da região pelo mercúrio utilizado no garimpo ilegal. Segundo o relator, a prioridade será dada às áreas onde a situação é mais grave.
A investigação será realizada pela PGR, Ministério Público Militar, Ministério da Justiça e Segurança Pública e Superintendência Regional da Polícia Federal do Estado de Roraima. Os crimes investigados foram: genocídio, desobediência, quebra de sigilo judicial e crimes ambientais relacionados à vida, saúde e segurança de diversas comunidades indígenas.
Essa situação será agravada pelo fato de haver documentação que comprove a absoluta insegurança dos indígenas envolvidos e a ocorrência de algumas ou todas as ações ou omissões das autoridades federais. Barroso citou matéria publicada no Diário Oficial pelo então procurador-geral da República Anderson Torres contendo datas e locais de intervenções clandestinas em terras indígenas.
A investigação será realizada pela PGR, Ministério Público Militar, Ministério da Justiça e Segurança Pública e Superintendência Regional da Polícia Federal do Estado de Roraima. Os crimes investigados foram: genocídio, desobediência, quebra de sigilo judicial e crimes ambientais relacionados à vida, saúde e segurança de diversas comunidades indígenas.
Essa situação será agravada pelo fato de haver documentação que comprove a absoluta insegurança dos indígenas envolvidos e a ocorrência de algumas ou todas as ações ou omissões das autoridades federais. Barroso citou matéria publicada no Diário Oficial pelo então procurador-geral da República Anderson Torres contendo datas e locais de intervenções clandestinas em terras indígenas.
Além disso, o xerife viu indícios de mudança de planos da FAB ao realizar a Operação Jacareacanga, resultando em alertas aos garimpeiros e quebra de sigilo, comprometendo a eficácia da medida.
Contato para consulta com Mestre José:
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